1892.
Nas décadas seguintes trabalhou como redator de vários periódicos, entre os quais Comércio de São Paulo, Correio Paulistano, A Farpa, Gazeta de Notícias, O Estado de S. Paulo e A Vida Moderna.
Seu primeiro livro de poesia, Urzes, foi lançado em 1899.
Foi um dos fundadores da Academia Paulista de Letras, em 1909, e da Sociedade de Cultura Artística, em 1912. Em 1916 criou a Revista do Brasil, com Pereira Barreto e Júlio Mesquita, entre outros. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, em 1919. Entre 1920 e 1921 publicou as obras sobre folclore O Dialeto Caipira e A Poesia da Viola.
No período fundou, com Paulo Duarte, a Sociedade de Estudos Paulistas, para pesquisa do folclore brasileiro. Sua obra poética inclui os livros Névoa (1910), Espumas (1917) e Lâmpada Antiga (1924). Em 1977 foram publicadas suas Poesias Completas.
A poesia de Amadeu Amaral costuma ser definida pela crítica como parnasiana; entretanto, o crítico Sérgio Milliet escreveu que seus “versos serenos, sem rebuscamentos de rimas, de uma flexibilidade rítmica estranha para a época, colocava o poeta longe dos neoparnasianos vazios, integrava-o na categoria muito aceitável para nós dos neo-românticos e até dos neo-simbolistas”.

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